segunda-feira, 16 de maio de 2011

Missão: acessibilidade

Por Adriana Martins
Repórter 
Diário do Nordeste

Entre os projetos de maior destaque no Estado voltados à acessibilidade de portadores de necessidades especiais está o Lead - Legendagem e AudioDescrição, grupo de estudo filiado ao grupo de pesquisa da Universidade Estadual do ceará (Uece), coordenado pela professora Vera Lúcia Santiago.

O grupo, criado em 2008, reúne 12 alunos do curso de Letras, do mestrado em Linguística Aplicada e da especialização de Formação em Tradutores da Uece. "Com o objetivo de atuar no mercado profissional, fundamos em 2010 a Associação dos Tradutores Audiovisuais do Brasil - Atav, que funciona paralelamente às pesquisas do grupo", explica Bruna Leão, integrante do Lead e do Atav.

"A associação já realizou alguns trabalhos pagos, como a audiodescrição do vídeo coletivo ´Fortaleza em Todos os Sentidos´, da Vila das Artes, equipamento da prefeitura de Fortaleza", complementa a mestranda.



O trabalho do grupo Lead é realizado em laboratório da Universidade Estadual
do Ceará: filmes, peças de teatro e exposições acessíveis para deficientes


Além de filmes e vídeos, o grupo trabalha com peças de teatro e exposições. Bruna explica que a tradução audiovisual tem várias modalidades, como a dublagem, a voice over (voz em off), a legendagem normal e aquela para surdos e a audiodescrição - estas duas últimas, objetos de pesquisa do Lead. "A audiodescrição consiste na tradução das imagens em palavras. Por exemplo: em momentos de silêncio de um filme, quando só há trilha sonora ou ação, sem diálogos, o cego não sabe o que acontece. Então descrevemos as imagens e a incluímos no filme como um segundo áudio", esclarece a mestranda.

"A descrição inclui ainda informar mudanças de cenário, de tempo e outros aspectos desse tipo. Procuramos inseri-la em espaços de silêncio do filme. Fazemos sobreposição de áudios apenas quando extremamente necessário", diz Bruna.

Já a legendagem para surdos é diferenciada por contemplar outros elementos, como a identificação do personagem falante e de efeitos sonoros. "Por isso esse tipo de legenda é um pouco amais condensada", observa a estudante.
Em museus, o trabalho consiste na descrição das obras. "Os visitantes recebem um MP3 com o áudio. Às vezes conseguimos articular esse recursos a outros, como o piso tátil, que sinaliza onde está cada obra. Ou quando eles podem tocar as obras", afirma a integrante do grupo.

No teatro, diferente do cinema, a audiodescrição é ao vivo. "Utilizamos aqueles fones de tradução simultânea, para não atrapalhar os outros espectadores. Por um fone eles escutam a descrição; pelo ouvido livre, os diálogos e a trilha", esclarece Bruna. "As salas de cinemas também deveriam ser equipadas com os fones, para sessões mistas (deficientes e não-deficientes). Mas são raríssimas", lamenta a estudante.

Público do futuro

"Fizemos, por exemplo, a primeira mostra de filmes acessíveis do Cine Ceará, na 19º edição do festival. Elaboramos também a audiodescrição das peças ´Astigmatismo´, de uma turma do Curso Princípios Básicos de Teatro; ´Curral Grande´, de formandos do Curso de Arte Dramática da UFC; do solo de dança ´Magno Pirol´; e da peça ´A Vaca Lelé´, enumera Bruna.

Esta última foi um dos primeiros trabalhos do Lead voltado ao público infantil. "Percebo que eles são muito mais preparados para receber os recursos do que os adultos. Muitos nunca tinham ido ao teatro ou usado fones de tradução, mas não tiveram dificuldades em acompanhar", recorda Bruna.

"O público adulto é mais relutante, acomodado. Se prepararmos e investirmos nas crianças, são elas que, mais à frente, irão brigar pelos diretos dos deficientes", acredita a mestranda, cuja dissertação aborda exatamente a audiodescrição para o público infantil.

Mobilidade

Outra dificuldade mencionada por Bruna nos projetos do Lead é o transporte dos portadores de deficiência. "Se não providenciamos locomoção, não há público nos eventos, diferente do que acontece em outras cidades", lamenta a estudante. A mesma queixa aparece na fala de João Monteiro, jornalista e coordenador do Laboratório de Inclusão da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social, do Governo do Estado. "Coordeno o laboratório há 20 anos. Se você me perguntar qual principal entrave que temos hoje eu respondo: transporte", critica Monteiro.

"A cidade não tem projeto de acessibilidade, e é consenso entre paraplégicos e tetraplégicos, por exemplo, que o ônibus adaptado não resolve. Como eles podem percorrer cinco quarteirões até o ponto, se não há calçadas, se há buracos, barreiras? Além disso, só para entrar no ônibus são uns 15 minutos. A única saída para cadeirantes é o transportes específicos", afirma Monteiro. "Eles tem que ser levados do ponto de partida ao ponto de chegada. Como não acontece, a maioria que não dispõe de transporte particular ou não pode arcar com taxi está em casa. Alguns corajosos ainda enfrentam tudo isso pelo trabalho ou estudo, mas são poucos", complementa.

Criado em 2008, o Laboratório de Inclusão da STDS vem sendo desenhado desde 1991. "Começamos comum programa de estágio curricular universitário para estudantes em situação social vulnerável, ou seja, portadores de HIV, vítimas de câncer, de orfandade prematura - qualquer condição que atrapalhasse a obtenção de um estágio", recorda Monteiro.

Em 2004 o programa de estágio transformou-se em um projeto mais amplo, com ações que incluíam também pessoas com deficiência. "Hoje temos uma equipe multidisciplinar, com assistentes e cientistas sociais, arquitetos, pedagogos e outros. Temos dentro da STDS 40 vagas de terceirizados, que começamos a mapear em 2006, cruzando as exigências de cada função com as características de cada deficiência", explica Monteiro. "Atualmente todas são preenchidas por portadores dos quatro tipos de deficiências: cognitiva, auditiva, visual e motora. Isso chama-se inclusão qualitativa. Trabalhamos exclusivamente com geração de emprego e renda, não com assistencialismo", ressalta o coordenador.

Dentre os projetos do laboratório de Inclusão está o grupo Acessibilidade Apresenta, que reúne músicos, atores, bailarinos e artistas plásticos. A iniciativa, criada em 2010, é coordenada por Sérgio Rotschild.

"Por meio desse projeto o Sérgio descobre pessoas incríveis, como Ítalo Gutierrez, estudante de17 anos, cantor e compositor. Ou a cantora Bia Marques, que inaugurou as apresentações do grupo. Ambos são deficientes visuais", esclarece Monteiro.

"Mas para participar, o interessado passa por uma seleção. Ele já precisa ter nível de mercado, porque não trabalhamos com formação, mas com inserção", observa o coordenador.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Festival Palco Giratório: Recife recebe 41 espetáculos de 38 companhias

Programação múltipla de espetáculos, passando por vários estilos e linguagens cênicas do Festival Palco Giratório, promovido pelo Sesc, chega ao Recife pelo 5º ano consecutivo. De 6 a 28 de maio, a capital pernambucana será o palco de 41 espetáculos, de 38 companhias, vindas de vários estados brasileiros e uma internacional (Cuba).
Desse repertório, 16 grupos foram selecionados pela curadoria nacional e vão circular por todos os estados do país. Dentre eles, dois grupos são de Pernambuco: o Mão Molenga Teatro de Bonecos, com os espetáculos “O Fio Mágico e Era uma Vez”; e o Coletivo Lugar Comum, com o espetáculo de dança “Leve”. Eles se juntam a outras 22 companhias que compõem a programação do festival do Recife.
Os espetáculos estão distribuídos em seis teatros da cidade (Marco Camarotti, Capiba, Barreto Júnior, Hermilo Borba Filho, Apolo e Luiz Mendonça), a preços populares. Na programação, opções para crianças e adultos, cobrindo os mais variados gêneros como o drama, comédia, dança e formas animadas.
O público pode conferir ainda as apresentações gratuitas em espaços abertos como os mercados públicos de Casa Amarela, São José e Prazeres, além da Praça do Campo Santo, em Santo Amaro. Há também atividades formativas, como debates, pensamentos giratórios e oficinas.
O recurso da áudio-descrição será novamente disponibilizado para pessoas portadoras de deficiências visuais. Este ano em sete espetáculos, incluindo a peça de abertura “Caetana”, do grupo Duas Companhias (PE). A técnica funciona com tecnologia semelhante à utilizada na tradução simultânea. Haverá também tradução em libras nas apresentações de “Reprilhadas e Entralhofas – um concerto para acabar com a tristeza” e “Cordel do Amor sem Fim”.
Ações Paralelas
Para a edição 2011, a coordenação do Festival Palco Giratório Brasil-Recife traz duas ações paralelas. A primeira é a Cena Bacante — um espaço para performances temáticas que servirá de mote para confraternização entre os grupos convidados e os artistas locais. A outra ação, batizada de Cena Gastrô, é um circuito gastronômico com cardápio elaborado pelo Chef César Santos inspirado nos títulos dos espetáculos.
Esta edição traz ainda uma promoção especial para quem curte teatro, intitulada “Espectador Presente”. O público que comparecer ao espetáculo de abertura, no dia 6 de maio, irá receber um cartão fidelidade, que deverá ser apresentado na bilheteria dos próximos espetáculos para registro da presença. O espectador que completar o cartão (com 10 carimbos) receberá um ingresso para o Over12 — doze horas ininterruptas de programação que encerra o Festival — e um brinde exclusivo.
Serviço
Festival Palco Giratório Brasil – Recife 
Quando: de 06 a 28 de maio de 2010 
Ingressos: R$ 10 (público em geral) / R$ 5 (comerciários e dependentes, estudantes, idosos professores) 
Informações: www.sescpe.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A VIII Semana de Humanidades UFC/UECE e as Pesquisas em AD e Legendagem

A Semana de Humanidades é a continuidade de um projeto de iniciativa do Centro de Humanidades da UFC, que desde sua sexta edição (2009) vem sendo realizada em parceria com o Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará (UECE), proporcionando o encontro das duas maiores universidades públicas do Estado do Ceará destacando a produção acadêmica de pesquisadores cearenses.


O projeto vem vem demonstrando a cada ano ser de fundamental importância para a integração de alunos, professores e técnico-administrativos, num processo de democratização de informações, conhecimentos e oportunidades, buscando a integração do saber universitário com as demais práticas sociais organizadas.

Em torno do sugestivo tema da VIII Semana: “Humanidades: entre fixos e fluxos”, os integrantes de tais campos (professores, alunos, servidores e comunidade interessada), conduzirão reflexões que enfatizem os elementos que apontam permanências e mudanças em cada um dos mesmos.

Os pesquisadores do Grupo LEAD participam de mais esta edição do evento apresentando os avanços de suas pesquisas e oferecendo oficinas gratuitas de formação em Audiodescrição e Legendagem. Confira abaixo a programação do trabalhos e oficinas realizada pelo LEAD:

OFICINAS:

  • Legendagem: teoria e prática através da ferramenta Subtitle Workshop
    Alexandra Frazão Seoane e Élida Gama Chaves
Ementa:
Oficina de cunho teórico e prático que visa a oferecer noções básicas dos parâmetros técnicos de legendagem e do software livre de legendagem, amplamente utilizado por legendistas profissionais e fãs, Subtitle Workshop.

Sala 28 (Laboratório)
CH/Uece - Campus Fátima

  • Prática em Audiodescrição: Traduzindo o Cinema e o Teatro para Pessoas com Deficiência Visual
    Bruna Alves Leão e Klístenes Bastos Braga
Ementa:
Estudos da tradução audiovisual, envolvendo a audiodescrição (AD) como um recurso de acessibilidade audiovisual. Teoria e prática da AD, envolvendo pesquisas realizadas na Europa e no Brasil (UECE, UFBA e UFMG). Discussão e análise das atividades desenvolvidas pelo grupo LEAD (Legendagem e Audiodescrição) da UECE.

Sala 31 / LAPEL - CH/Uece
Campus Fátima

COMUNICAÇÕES ORAIS:

AUTOR: ALEXANDRA FRAZÃO SEOANE
TÍTULO: O DVD acessível do filme Corisco e Dadá - Acessibilidade audiovisual para cegos e surdos

AUTOR: ANA KATARINNA PESSOA DO NASCIMENTO
TÍTULO: A retextualização nas legendas para surdos e ensurdecidos

AUTOR: MATHEUS OLIVEIRA DA SILVA ROCHA
TÍTULO: Legendagem para surdos: a construção de um modelo nacional a partir do olhar surdo

AUTOR: OSMINA MARIA MARQUES DA SILVA
TÍTULO: A identificação dos personagens nas audiodescrições: um estudo baseado em corpus

AUTOR: WALQUIRIA BRAGA SALES
TÍTULO: A tradução do filme "Os filmes que não fiz" para deficientes visuais através da audiodescrição

AUTOR: ÉLIDA GAMA CHAVES
TÍTULO: Legendagem e Tradução Automática: uma experiência que não deu certo

AUTOR: FRANCISCA RAFAELA BEZERRA DE MEDEIROS
TÍTULO: O uso do Wordsmith Tools na elaboração de glossários especializados

PÔSTER:

AUTOR: KLÍSTENES BASTOS BRAGA
TÍTULO: A Audiodescrição da Exposição SOS-SÓS: um relato de experiência

As atividades dessa VIII Semana de Humanidades serão realizadas no período de 03 a 06 de maio de 2011, conjuntamente as do II Encontro de Pesquisa e de Pós-Graduação em Humanidades, enseja consolidar o ensino e a pesquisa, mostrando a produção científica como fruto dos que participam dos programas de graduação e de pós-graduação pertencente às universidades públicas do Ceará.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aprovada no EUA importante lei de acessibilidade

O presidente americano Barack Obama assinou no último mês de outubro um projeto de lei que determina que empresas garantam a pessoas com deficiência visual e auditiva acesso a diversas tecnologias.
Esta legislação, exige acesibilidade aos programas de televisão, telefones inteligentes, a Internet, menus em DVD players, guias de programação na TV a cabo, e outros.
Para Paul Schroeder, vice-presidente de programas e políticas da American Foundation for the Blind (AFB), a iniciativa possibilitará que milhões de pessoas com deficiência tirem partido das novas tecnologias.
“Esta lei baseia-se no espírito do Americans with Disabilities Act e garante que pessoas com deficiência participem plenamente no século 21″, disse Carl R. Augusto, presidente da AFB.
Com forte atuação de movimentos representativos de pessoas com deficiência dos Estados Unidos, para além do envolvimento de um grande número de competentes juristas e experts em tecnologias asistivas, a demanda de acessibilidade ganhou força no congresso americano conseguindo arregimentar um importante e atuante grupo bipartidário que trabalhou para a aprovação da lei.

domingo, 17 de abril de 2011

A 8ª Semana de Humanidades UFC/UECE Promove Oficinas de Acessibilidade

VIII SEMANA DE HUMANIDADES UFC/UECE E II ENCONTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM HUMANIDADES
"Humanidades: entre fixos e fluxos"
03 a 06 de maio de 2011

OFICINA: Prática em Audiodescrição: Traduzindo o Cinema e o Teatro para Pessoas com Deficiência Visual

Facilitadores: Bruna Alves Leão e Klístenes Bastos Braga

Estudos da tradução audiovisual, envolvendo a audiodescrição (AD) como um recurso de acessibilidade audiovisual. Teoria e prática da AD, envolvendo pesquisas realizadas na Europa e no Brasil (UECE, UFBA e UFMG). Discussão e análise das atividades desenvolvidas pelo grupo LEAD (Legendagem e Audiodescrição) da UECE.

Sala 31 - CH/Uece
Campus Fátima
Av. Luciano Carneiro, 345, Fátima - Fortaleza - Ceará
De 04 a 06/05/2011
Das 8 às 10h

OFICINA: Legendagem: Teoria e Prática Através da Ferramenta Subtitle Workshop

Facilitadores: Élida Gama Chaves e Alexandra Frazão Seoane

Oficina de cunho teórico e prático que visa a oferecer noções básicas dos parâmetros técnicos de legendagem e do software livre de legendagem, amplamente utilizado por legendistas profissionais e fãs, Subtitle Workshop.

Sala 28 (Laboratório) - CH/Uece
Campus Fátima
Av. Luciano Carneiro, 345, Fátima - Fortaleza - Ceará
De 04 a 06/05/2011
Das 8 às 10h

SERVIÇO:
Inscrições: 18/04/2011
Número de vagas: 30 (trinta)
Av. da Universidade, 2683 - Benfica - Fortaleza - Ceará
Fone: (85) 3366.7600 - Fax: (85) 3366.7604



Fonte: http://www.semanadehumanidades.ufc.br/images/stories/arquivos/oficina/oficinas_uece_2011.pdf

terça-feira, 12 de abril de 2011

Fortaleza em todos os sentidos acessível para todos

Por Assessoria de Imprensa

A Vila das Artes, equipamento da Prefeitura Municipal de Fortaleza, vinculado à Secretaria de Cultura, lançará nesta terça-feira, dia 12, o vídeo coletivo Fortaleza em Todos os Sentidos, que comemora o aniversário de 285 anos da cidade. O projeto chega à sua 4ª edição sempre com histórias que apresentam o cotidiano na vida da cidade.

A iniciativa é do Núcleo de Produção Digital Vila das Artes (programa Olhar Brasil mantido em parceria entre a Prefeitura de Fortaleza e o Ministério da Cultura), sob a coordenação de Michelline Helena. Fortalezas 24h foi o primeiro vídeo da série, seguido de Fortalezas e Se Essa Rua Fosse Minha. Para comemorar os 285º aniversário, o vídeo reúne cinco histórias que apresentam uma Fortaleza por meio do tato, da audição, do olfato, da visão e do paladar.

A inovação este ano ficou por conta da tradução audiovisual do vídeo para pessoas com deficiência sensorial, realizada pelos tradutores Bruna Alves Leão, Élida Gama e Klístenes Braga da Associação dos Tradutores Audiovisuais do Brasil – ATAV BRASIL. Os vídeos foram traduzidos por meio da audiodescrição para pessoas com deficiência visual e da legendagem para surdos e ensurdecidos. A parceria da Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Vila das Artes, com a ATAV BRASIL representa mais um importante passo a caminho da acessibilidade audiovisual na capital cearense, contribuindo para que os fortalezenses com deficiência também tenham acesso às produções audiovisuais da sua própria gente.

A ocasião também será marcada pela doação dos DVDs do Projeto DVD Acessível ao acervo da Vila das Artes, feita pelas mãos do Presidente da ATAV BRASIL ao Sr. Lenildo Gomes, Coordenador da Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes.

Ficha Técnica
Fortaleza em todos os sentidos
Histórias:
Além dos Sentidos (Visão), Alex Silver
Riozinho (Audição), Roger Quentin Pires
Cheiro da Cidade (Olfato), Israel Branco
Terra do Sol (Paladar), Dayse Barreto
Feira dos Abraços (Tato), Geovana Correa Nunes

Tradução Audiovisual
Associação dos Tradutores Audiovisuais do Brasil – ATAV BRASIL
Contatos: (85) 8636.7200 / 8657.9021 / atavbrasil@hotmail.com
Tradutores:
Bruna Alves Leão
Élida Gama
Klístenes Braga
Editores:
Claugeana Costa
Clovis Markan

Serviço
Lançamento: 12 de abril de 2011, às 19h, na Vila das Artes. SESSÃO ACESSÍVEL.
Endereço: Rua 24 de Maio, 1221, Centro, Fortaleza- CE.
Núcleo de Produção Digital: (85) 3105.1410 / npdfortaleza@gmail.com
Exibições:
13/04 – Praça do Ferreira, às 18h / Praia de Iracema, às 19h.
15/04 – Instituto dos Cegos, às 15h. SESSÃO ACESSÍVEL.
18/04 – Instituto FIlippo Smaldone, às 15h. SESSÃO ACESSÍVEL.
19/04 – Escola Renato Braga, às 15h. SESSÃO ACESSÍVEL.
20/04 – Instituto Montese, às 19h.
22/04 – Praça Martins Dourado, às 19h.
26/04 – Praça da Igreja dos Navegantes, às 19h.
27/04 – CUCA Che Guevara, às 19h.
28/04 – Praça Santo Amaro, às 19h.
29/04 – Centro Cultural Bom Jardim, às 18h30.
TODAS AS EXIBIÇÕES SÃO GRATUITAS.

Apoio: ATAV BRASIL – Audiodescrição para quem ouve, Legendagem para quem vê.
Parceria: Ministério da Cultura. Governo Federal – Brasil, País Rico é País Sem Pobreza.
Realização: Vila das Artes – Prefeitura Municipal de Fortaleza, Você Construindo Fortaleza Bela.

Fortaleza em todos os sentidos acessível para todos