Curso de Audiodescrição na Universidade Federal de Juiz de Fora.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/mgtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/mg-tec-recurso-audiovisual-promete-aumentar-as-condicoes-de-comunicacao-para-cegos/3175805/
quinta-feira, 6 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Exposição de Arte Sacra com Acessibilidade em Aquiraz
Por
assessoria de imprensa
A
exposição “A História do Ceará na Arte Sacra”, do Museu Sacro São José de Ribamar,
localizado no município de Aquiraz, foi aberta ontem (26) para visitação. A
exposição é produto do Programa de Acessibilidade e Segurança do Museu Sacro,
patrocinado pelo programa CAIXA de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro.
Inaugurado
pelo Governador Plácido Aderaldo Castelo, em 27 de setembro de 1967, o Museu
Sacro São José de Ribamar possui um acervo considerado um dos mais importantes
do nordeste, formado por imagens, objetos de procissão, paramentos litúrgicos,
oratórios, alfaias e missais, oriundos de diferentes épocas e recantos do Ceará.
Breve
descrição da imagem por Klístenes Braga e Bruna Leão: fotografia da escultura de Santa Luzia, que mede 50cm de
altura por 30cm de largura, aproximadamente, esculpida em madeira e
policromada, datada do século 18. Ela tem olhos e cabelos pretos. Tem um olhar
sereno e está usando uma túnica amarela, com detalhes dourados, e um manto
amarelo, como detalhes avermelhados, pendurado no ombro esquerdo. Seus braços
estão abertos e não possui mais a mão direita. Com a mão esquerda, ela segura
um prato com um par de olhos. Seus sapatos são pretos.
O
museu possui plataforma elevatória adaptada e rampas de acesso facilitado para
pessoas com deficiência e idosos, e a exposição oferece audiodescrição, além de
outros recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, tais
como réplicas que poderão ser tocadas, maquetes táteis e informações em Braille.
A exposição ficará aberta ao público por tempo indeterminado e atenderá escolas
e demais grupos com agendamento prévio.
Ficha
Técnica
Governo
do Estado do Ceará: Cid Ferreira Gomes
Secretaria
da Cultura do Ceará: Paulo de Tarso Mamede
Coordenação
do Patrimônio Histórico e Cultural: Otávio Menezes
Direção
do Museu Sacro São José de Ribamar: Carla Manuela Vieira
Presidência
da Associação de Amigos do Museu Sacro: Terezinha Holanda Costa Freitas
Concepção
Museográfica e Cenografia: André Scarlazzari
Fundamentação
Histórica: Antônio Luiz Macêdo e Silva Filho, Berenice Abreu de Castro Neves e Francisco
Régis Lopes
Assessoria
de Arte Sacra e Documentação: Osvaldo Gouveia Ribeiro
Assessoria
de História da Igreja e História Oral: Edilberto Cavalcante Reis e Kênia Souza Rios
Assessoria
de Museologia: Manuelina Duarte Cândido
Assessoria
de Teoria da História: Denise Bernuzzi de Sant’anna
Coordenação
de Execução: Rones Mota Duarte, Maria Eliene Magalhães Santos e Francisca Paula
Machado
Consultoria
em Acessibilidade: Leão & Braga Audiodescritores Associados
Roteiro
e Locução da Audiodescrição: Bruna Leão e Klístenes Braga
Patrocínio:
Programa Caixa de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro
::SERVIÇO
Exposição:
A História do Ceará na Arte Sacra
Local:
Museu Sacro São José de Ribamar
Endereço:
Rua Cônego Araripe, nº 22, Centro, Aquiraz, Ceará
Agendamento
de grupos: (85) 3101.2818 / 3361. 2535
Visitação:
de terça a sábado, das 09 às 17h
Acesso
gratuito
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Centro de Profissionalização para Pessoas com Deficiência é Inaugurado em Fortaleza
Por Klístenes Braga
O Estado do Ceará tem um novo aliado no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência. O Centro de Profissionalização Inclusiva para Pessoas com Deficiência (CEPID) foi inaugurado esta manhã em Fortaleza, no bairro das Goiabeiras, em solenidade conduzida pelo governador Cid Gomes, o secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, Josbertini Clementino, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias, com a presença do Secretário de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Presidência da República, Antônio José Ferreira.
O Centro possui uma estrutura completa para formação profissional, intermediação e inserção no mercado de trabalho desse segmento e é o maior do Norte e Nordeste, com capacidade para atender 1.200 jovens e adultos.
O CEPID possui salas de aulas e laboratórios adaptados para capacitação nas áreas de informática, telemarketing, hotelaria, comércio e serviços administrativos, confecção e moda inclusiva, bem como cursos de Libras, formação de Audiodescritores e Braille, unidade de atendimento do Sine/CE na própria unidade, academia de baixo impacto, auditório, piscina e quadra poliesportiva acessíveis para paraesportistas de diversas modalidades natação, basquete, futsal e tênis de mesa, e salas de convivência com cafeteria.
Atualmente, são 931.584 cearense com deficiência visual, 307.593 com deficiência auditiva, 132.527 com deficiência cognitiva e 462.316 com deficiências físicas. Deste universo, 963,4 mil ocupam algum posto de trabalho, formalizado ou não. Portanto, o CEPID tem um importante papel na ampliação do número de pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho.
Com informações da STDS
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Pessoas com deficiência podem ter direito a meia entrada em espetáculos
O direito de estudantes e idosos de pagar meia entrada em espetáculos artísticos, culturais e esportivos foi ampliado para pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos que comprovarem renda familiar mensal de até dois salários mínimos. O benefício poderá ser estendido inclusive ao acompanhante de pessoas com deficiência, quando necessário. No caso de jovens carentes, o desconto fica condicionado à inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
A nova lei (12.933/2013), sancionada no fim do ano passado, limitou, no entanto, a meia entrada a 40% do total de ingressos. Salas de cinema, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos esportivos, de lazer e de entretenimento serão obrigados a deixar visíveis as informações sobre ingressos disponíveis e os avisos quando a cota de meia-entrada estiver esgotada.
A medida é polêmica e gerou debates no Congresso durante a discussão da proposta. O deputado Eduardo Barbosa, do PSDB mineiro, que relatou a matéria na Comissão de Seguridade Social e Família, informa que foram realizadas diversas reuniões com as entidades estudantis e os produtores culturais para chegar a um acordo. Ele justifica o limite de 40% à meia entrada.
"Era necessário termos um parâmetro para que eles (produtores) pudessem ter planilhas que garantissem a execução de um espetáculo sem risco de prejuízo e que eles pudessem ter uma base para calcular de fato qual seria o ingresso que cobriria as despesas. Dessa forma, buscou-se um acordo, principalmente com os estudantes, no sentido de ter um teto de 40%, porque é previsível para quem está fazendo o espetáculo, dessa forma, criar parâmetros de planilhas de custo".
O deputado Vicente Cândido, do PT paulista, que relatou a proposta na Comissão de Constituição e Justiça, reconhece que há uma preocupação de que o limite exclua parte do público do benefício. Ele aposta, no entanto, que o preço regular dos eventos será reduzido.
"Quando você não tinha previsibilidade, o que acontece com os eventos? Eles acabam majorando todo o espetáculo. Então, o que acontecia? Se o ingresso iria custar 20, eles colocavam R$ 40 o valor. Com a previsibilidade, você separa aquilo que tá no benefício, e você consegue vender num preço razoável o que não está no benefício. Então, asegurança jurídica e a previsibilidade é que ajudam a organizar o mercado".
O governo vetou três pontos do texto aprovado pelos parlamentares. Um deles é o que estabelecia que o estudante deveria apresentar a carteira estudantil para obter descontos no transporte coletivo local.
Outro ponto vetado dizia que somente teriam direito ao benefício os idosos que apresentassem documento oficial de identidade no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local do evento.
O terceiro veto refere-se aos casos de emissão irregular ou fraudulenta de carteiras estudantis.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Entrevista com Vera Lúcia Santiago para o blog "Arte, Cultura e Deficiência Visual"
Audiodescritor em Foco
1 - Como você se tornou audiodescritora? Que importância a audiodescrição tem na sua vida?
VLS - Tornei-me audiodescritora, porque desde o ano 2000 venho trabalhando com a questão da acessibilidade. Primeiro foi com os surdos, depois, a partir de 2005, com os cegos. A audiodescrição tem importância, porque não existe um modelo já utilizado como foi o caso das legendas para surdos e ensurdecidos. Ainda estamos procurando os parâmetros que se aplicariam ao público brasileiro. Isto incentiva bastante a pesquisa. Meu grupo, o LEAD, já trabalhou com AD de filmes, de teatros, de obra de arte e de eventos ao vivo. Isto é muito estimulante, porque, como não tínhamos trabalhos audiodescritos a serem examinados, resolvemos criar os nossos e depois refletirmos sobre o nosso trabalho. Fizemos AD de filmes em DVD, peças de teatro, espetáculos de dança, obras de arte. Agora estamos trabalhando com a AD de material didático e com a tentativa de estabelecermos padrões de locução com instruções apropriadas para o audiodescritor locutor/narrador.
2 – Na sua opinião, o que a AD representa para seus usuários? O que pode provocar na vida dessas pessoas?
VLS - Acho que ela representa a possibilidade de escolha sobre que atividade ele deseja participar: ir ao cinema, ao teatro, fazer um curso online etc.. Tudo isso proporcionado pela possibilidade da autonomia que a AD lhes dá. Acho que a AD, se for devidamente aceita pelo usuário, pode significar uma grande mudança nas vidas das pessoas com deficiência visual.
3 – Quais as maiores dificuldades e quais as maiores alegrias em ser audiodescritor?
VLS - As maiores dificuldades se relacionam com o fato de ainda não termos a quem recorrer quando temos dúvidas. As pesquisas na área ainda são incipientes e não nos podem dar muitas respostas. As alegrias vem do fato de que sempre encontramos a resposta para as nossas dúvidas e que o desafio torna a atividade ainda mais apaixonante.
4 - Você concorda com a ideia de que a AD, mais do que informar, deve proporcionar que o usuário usufrua e sinta as sensações do que é descrito? Você acredita que a audiodescrição além de um recurso de acessibilidade seja também uma produção cultural?
VLS - Penso que a AD precisa incorporar a questão estética no seu texto, principalmente porque estamos traduzindo arte. As questões específicas dessas obras de arte precisam ser levadas em conta quando audiodescrevemos. Se estamos audiodescrevendo cinema, devemos levar em conta a linguagem cinematográfica. Se audiodescrevemos obra de arte, a estética deve ter um lugar importante na descrição. Por tudo o que foi dito anteriormente, certamente acredito que a AD seja uma produção cultural.
5 – O mundo está cada vez mais visual, e se levarmos em conta que a visualidade é a matéria-prima da audiodescrição, ainda há muito a ser explorado nesse campo. Junto a isso, temos a ampliação e difusão dos produtos e políticas culturais para acessibilidade por parte dos governos e da sociedade civil. Diante desse cenário, quais desafios você acha que devem ser enfrentados para expandir a audiodescrição, tanto em quantidade como em qualidade?
VLS - Acho que a pesquisa estimula bastante a questão da qualidade, principalmente avaliando o que já foi feito. Quanto à quantidade, acho que duas ações poderiam ser feitas: 1) fazer uma campanha nacional para que o povo brasileiro, principalmente os produtores culturais, tomem conhecimento da AD. Nesse sentido, louvo o livro "Notas Proêmias. Acessibilidade Comunicacional para Produções Culturais", organizado por Liliana Barros Tavares. Nele, vários audiodescritores apresentam a AD para os produtores culturais de Pernambuco. 2) Mostrar para o governo, principal responsável pelo financiamento das artes no país, que se ele exigir que um parâmetro para a concessão do financiamento seja tornar a produção acessível, com certeza a AD vai começar a tomar corpo nesse país.
Vera Lúcia Santiago Araújo
Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Ceará (1982), mestrado em Mestrado Em Letras Língua Inglesa pela Universidade Estadual do Ceará (1994) e doutorado em Letras pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual do Ceará e pesquisadora nível 2 do CNPq.. Tem experiência na área de Lingüística Aplicada, com ênfase em Tradução, atuando principalmente nos seguintes temas: tradução audiovisual, legendação-legendagem, audiodescrição e tradução audiovisual e ensino.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
ATAV Brasil participa do IV Ciclo de Debates UFC Inclui
Por Assessoria de Imprensa
A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Ceará, através da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui e o Programa de Educação Inclusiva e Acessibilidade realizará o IV Ciclo de Debates UFC Inclui, que acontecerá nos meses de novembro e dezembro, para discutir os seguintes temas: Acessibilidade na Arte e Cultura, Acessibilidade Espacial, Tecnologias Assistivas – Desenvolvimento e Uso e Acessibilidade no Ensino Superior.
O Presidente da ATAV BRASIL, Klístenes Braga, participará da mesa "Audiodescrição, legendagem e janela de libras em cinemas, televisão e outros meios", às 14h30 desta quinta-feira (14), no Auditório Rachel de Queiroz, localizado no Centro de Humanidades da UFC.
Segue abaixo a programação completa.
PROGRAMAÇÃO
Dia 14/11 - ACESSIBILIDADE NA ARTE E CULTURA
Dia 14/11 - ACESSIBILIDADE NA ARTE E CULTURA
Local: Auditório Raquel de Queiroz – Centro de Humanidades, Área II, Bloco da Psicologia, Campus do Benfica
MESA REDONDA (08h30 às 11h30): Acessibilidade em equipamentos de cultura e arte
Palestrantes:
- Márcia Moreno - Gerente do Memorial da Cultura Cearense do Centro Dragão do Mar e Coordenadora do Projeto ACESSO
- Carla Vieira - Diretora do Museu do Ceará
- Francisco Wagner – Artista plástico
- Lara Andrade Lima - Aluna do Curso Letras-Espanhol, Membro do Grupo de Trabalho da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui e Assistente do Projeto ACESSO
Mediadoras: Ediane Gomes Maia e Mariany de Sousa Sobrinho - Bolsistas do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade.
MESA REDONDA (14h30 às 17h30): Audiodescrição, legendagem e janela de libras em cinemas, televisão e outros meios
Palestrantes:
- Klístenes Bastos Braga - Presidente da Associação dos Tradutores Audiovisuais do Brasil – ATAV BRASIL
- Clemilda dos Santos Sousa - Bibliotecária/ Sistema de biblioteca da UFC e Membro do Grupo de Trabalho da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui
- Izalete Vieira – Vice-presidente da Associação dos Profissionais Intérpretes e Tradutores de Libras do Ceará - Apilce
Depoimentos:
- Rebeca Barroso - Bolsista da Secretaria de Acessibilidade da UFC e aluna do curso do Letras – Italiano
- Rodrigo Nogueira Machado – Professor de Libras da Universidade Federal do Ceará
Mediadores: Anderson Bezerra Lima e Stephane Estela Alves Machado – Bolsistas do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade.
Lançamento do livro: “Os Novos Rumos da Pesquisa em Audiodescrição no Brasil". - 1. Ed. Organizado por Vera Lúcia Santiago Araújo e Marisa Ferreira Aderaldo. Curitiba, PR: CRV, 20013.
Lançamento do livro: “Os Novos Rumos da Pesquisa em Audiodescrição no Brasil". - 1. Ed. Organizado por Vera Lúcia Santiago Araújo e Marisa Ferreira Aderaldo. Curitiba, PR: CRV, 20013.
Dia 20/11 - ACESSIBILIDADE ESPACIAL
Local: Auditório da ADUFC – Av. da Universidade, 2346, Benfica
MESA REDONDA (08h30 às 11h30): Cidades acessíveis: como torná-las possíveis?
Palestrantes:
- Zulmira Áurea Cruz Bomfim – Coordenadora do Laboratório de Pesquisa em Psicologia Ambiental da UFC – LOCUS
- Ana Kristia Martins – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia; membro do Laboratório de Pesquisa em Psicologia Ambiental da UFC – LOCUS
- Ana Beatriz Praxedes - Movimento VIDA
- Nadja Dutra – Departamento de Engenharia de Transporte - DET/UFC
- Flavio Arruda – Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza - ETUFOR
- Aluno da disciplina Desenho Universal, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFC - Acessibilidade urbana: a Avenida Bezerra de Menezes e o projeto de reforma urbana da Prefeitura Municipal de Fortaleza
Mediadora: Zilsa Maria Pinto Santiago - Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFC, membro do Grupo de Trabalho da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui.
MESA REDONDA (14h30 às 17h30): Edificações Públicas Acessíveis
Palestrantes:
- Regina Cohen – Arquiteta, ProArq/UFRJ
- Nadia Khaled Zurba - Arquiteta/ Professora do Curso de Design da UFC
- Zilsa Maria Pinto Santiago – Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFC; membro do Grupo de Trabalho da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui
- Cristina Romcy – Secretaria da Infraestrutura do Governo do Estado do Ceará Seinfra/CE
Mediadores: Maria Eduarda Sousa Cavalcante e André Luis da Silva Almeida - Bolsistas do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade.
Lançamento do livro: “Acessibilidade a Museus” Cadernos Museológicos Vol 2. Autoria de Regina Cohen, Cristiane Rose de Siqueira Duarte e Alice Barros Horizonte Brasileiro. Brasília, DF: MinC/Ibram, 2012.
Dia 27/11 - TECNOLOGIAS ASSISTIVAS - DESENVOLVIMENTO E USO
Local: Auditório da Pró-Reitoria de Graduação da UFC, Campus do Pici
MESA REDONDA (08h30 às 11h30): Tema: Desenvolvimento de aplicativos para pessoas com deficiência visual: o sistema Dosvox em redes sociais e o Sistema Dêitico Háptico (SDH)
Palestrantes:
- José Antonio dos Santos Borges Analista de sistema da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)/ Criador do DOSVOX , entre outras tecnologias assistivas.
- Francisco Carlos de Mattos Brito Oliveira - Professor/pesquisador da Universidade Estadual do Ceará
Depoimentos:
- André Luiz Gomes - Pedagogo e usuário do DOSVOX
- Igor Peixoto Torres Girão – Aluno do curso de Biblioteconomia e bolsista do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade da UFC
Mediador: Jorge Brandão – Professor de matemática das engenharias da UFC.
Lançamento do livro: “Matemática e Deficiência Visual”. Autoria de Ana Karina Morais de Lira e Jorge Brandão. Fortaleza: Edições UFC, 2013.
MESA REDONDA (14h30 às 17h30): Ampliando possibilidades com a tecnologia: desenvolvimento e uso de aplicativos para surdos, surdos-cegos e pessoas com deficiência motora
Palestrantes:
- Anaxágoras Maia Girão - Professor/pesquisador do Instituto Federal de Educação, ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), coordenador do Laboratório de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento em Automação (LAPADA)
- Gerarda Neiva Cardins - Professora do Instituto Cearense de Educação de Surdos (ICES)
Depoimentos:
- Heldyeine Karen de Mattos Brito Oliveira - Aluna do Instituto Cearense de Educação de Surdos (ICES)
- Nadja Pinho – Especialista em Informática Educativa; Professora do Município de Fortaleza – Centro de Referência do Professor/Secretaria de Educação/Prefeitura Municipal de Fortaleza
Mediador: Ezequiel Marinho de Oliveira Neto e Igor Peixoto Torres Girão - Bolsistas do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade.
Lançamento do livro: “Heldy, meu nome: rompendo barreiras da surdocegueira”. Autoria de Ana Maria de Barros. São Paulo: Editora Hagnos, 2012.
Dia 05/12 - ACESSIBILIDADE NO ENSINO SUPERIOR
Local: Auditório Raquel de Queiroz – Centro de Humanidades, Área II, Bloco da Psicologia, Campus do Benfica
MESA REDONDA (08h30 às 11h30): Tema: Acessibilidade em Universidades públicas e particulares em Fortaleza
Palestrantes:
- Vanda Magalhães Leitão – Diretora da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui
- Allan George de Souza Bezerra – Aluno do curso de Computação da UFC
- Tarcileide Maria Costa Bezerra – Projeto UECE Acesso – Universidade Estadual do Ceará
- Terezinha Teixeira Joca - Diretora do Programa de Apoio Psicopedagógico da Universidade de Fortaleza (Unifor)
Mediadoras: Ana Karina Morais de Lira – Coordenadora do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade e membro do Grupo de Trabalho da Secretaria e Acessibilidade UFC Inclui, e Ana Cristina Silva Soares – Professora da Universidade Estadual do Ceará.
MESA REDONDA (14h30 às 17h30): Acessibilidade em diferentes contextos: enfoque multidisciplinar
Palestrantes:
- Anderson Bezerra Lima – Aluno do Curso de Farmácia
- André Luis da Silva Almeida – Aluno do Curso de Geografia
- Ediane Gomes Maia – Aluna do Curso de Pedagogia
- Ezequiel Marinho de Oliveira Neto – Aluno do Curso de Engenharia Elétrica
- Igor Peixoto Torres Girão – Aluno do Curso de Biblioteconomia
- Maria Eduarda Sousa Cavalcante – Aluna do Curso de Arquitetura e Urbanismo
- Mariany de Sousa Sobrinho – Aluna do Curso de Letras
- Stephane Estela Alves Machado – Aluna do Curso de Pedagogia
Mediadora: Antônia Kátia Soares Maciel – Mestranda no Programa de Pós-graduação em Educação da UFC, colaboradora do Programa Educação Inclusiva e Acessibilidade.
Equipe organizadora: Ediane Gomes Maia, Mariany de Sousa Sobrinho, Anderson Bezerra Lima, Maria Eduarda, Yuka, Cibele Santiago, Thaís Silveira Soares, Ezequiel Marinho de Oliveira Neto e Igor Peixoto Torres Girão.
Público-alvo: Profissionais de Arte e Cultura, de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil e Design, de TI e Webdesign e do Ensino Superior, além de alunos dos seguintes cursos: Pedagogia, Letras, Arquitetura, Teatro, Dança, Comunicação Social, Filosofia, História, Arquitetura e Urbanismo, Design, Engenharia Civil, Biblioteconomia, Computação, Engenharia de Teleinformática e Sistemas e Mídias Digitais.
Coordenação geral: Prof.ª Ana Karina Morais de Lira.
Apoie esta causa! Participe dos debates e palestras sobre inclusão de pessoas com deficiência.
Apoie esta causa! Participe dos debates e palestras sobre inclusão de pessoas com deficiência.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Seminário sobre Acessibilidade Cultural abordará a Audiodescrição no Teatro Infantil
Por
Assessoria de Imprensa
O
Projeto Miralu realiza nesta sexta-feira (08), no Cineteatro do CUCA
Barra, em Fortaleza, o Seminário “Acessibilidade Cultural: A
Audiodescrição no Teatro Infantil”, em parceria com o Projeto
Multiacesso do Instituto CUCA.
O
seminário irá discutir o campo de estudos da tradução audiovisual
por meio da audiodescrição (AD), com ênfase na locução da AD
para o teatro infantil, a partir da experiência com o Projeto Miralu. Trata-se
de um projeto pioneiro que envolve a acessibilidade cultural de
crianças com deficiência visual ao teatro, tendo recursos de
acessibilidade permeando todo o processo criativo, tais como
audiodescrição, cores contraste e estímulos olfativos. Além da
montagem, o projeto realizou uma oficina de audiodescrição para o
teatro, no último mês de junho, e amanhã reunirá a Prof.ª Dr.ª
Vera Lúcia Santiago e a Prof.ª Dr.ª Renata Mascarenhas, ambas
pesquisadoras do Grupo LEAD da UECE, e a Prof.ª Ms. Bruna Leão,
pesquisadora do Projeto Miralu, para falarem sobre o tema.
Antes
do seminário, às 14h30, também no Cineteatro do CUCA Barra, o
Grupo Bandeira das Artes irá apresentar o espetáculo “Miralu e a
Luneta Encantada”, montagem resultante do projeto, para alunos da rede pública de ensino, dentre eles, alunos do Instituto Dr. Hélio Góes, escola inclusiva mantida pela Sociedade de Assistência aos Cegos do Ceará. O espetáculo
trata da inclusão e do protagonismo da pessoa com deficiência
visual, pois a personagem principal tem baixa visão. A história
aborda as relações de Miralu com a sua família, que é superprotetora,
e da conquista da autonomia como premissa para o seu desenvolvimento
e interação social.
Além
de apresentar os novos resultados da pesquisa em Audiodescrição no
Brasil, o seminário tem como objetivo discutir a metodologia do
Projeto Miralu no contexto da acessibilidade e fomentar novos
projetos acessíveis para o teatro em Fortaleza, tendo como
público-alvo, estudantes e profissionais de artes cênicas e de
produção cultural e demais interessados no campo da acessibilidade
cultural de pessoas com deficiência visual.
::
SERVIÇO
“Miralu
e a Luneta Encantada”
Espetáculo
de teatro infantil com audiodescrição
Data:
08/11/2013
Hora:
às 14h30
Seminário
“Acessibilidade Cultural: A Audiodescrição no Teatro Infantil”
Data:
08/11/2013
Hora:
17h às 19h
Local:
Cineteatro do CUCA Barra, Av. Pres. Castelo Branco, 6417, Barra do
Ceará, Fortaleza – Ceará.
Programação
gratuita
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